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06. Set. 2010 - Segunda

Meditação diária do Pontos Salientes
mais abaixo:




"SUBSTITUIÇÃO SIM!... MAS NÃO AGORA..."


No objetivo de esclarecer e tranquilizar o nosso povo e igrejas no que diz respeito aos trabalhos de Educação Religiosa que a Convenção Batista Brasileira vem desenvolvendo em todo o tempo de existência de nossas entidades voltadas para a área do ensino bíblico e estudo dominical, queremos informar que os diversos comunicados e informes que têm circularizado em nossa mídia, neste sentido, informaram o "que", mas não o "quando".

Sim, a Convenção Batista Brasileira, por meio de uma Comissão especializada de seu Conselho Geral, vem desenvolvendo o novo Plano Diretor de Educação Religiosa que, segundo nosso planejamento, deverá ser apresentado para aprovação à nossa próxima Assembléia Convencional em Janeiro de 2011, no Rio de Janeiro.

Este plano, um amplo e profundo estudo do passado convencional, uma análise da situação presente em que nos encontramos, e um completo projeto para o futuro do campo da educação religiosa em nossas igrejas, está em formatação final, podendo ser lido e baixado, por todas as pessoas que se interessam pela matéria, em nosso portal no "site" da CBB.

Sem dúvida, tal Plano Diretor virá reformular o atual que nossas entidades de Educação Religiosa têm desenvolvido em todo o tempo de sua existência e, especialmente, desde 1989, quando sofreu uma ampla e profunda reforma. Assim a JUERP, a UFMBB, a UHBB e a JUMOC terão novos paradigmas para orientarem os seus trabalhos educacionais em meio às nossas igrejas.

Uma das decorrências normais desse projeto inclui, naturalmente, um novo plano editorial para cada uma dessas entidades. No entanto, isto não pode ser feito de imediato. Tais medidas têm um tempo mínimo de exigência para serem implementadas e, sendo o escopo básico aprovado em janeiro próximo, normalmente as modificações e alterações começarão a ocorrer nos planejamentos das entidades desse momento em diante.

O leque de literatura que a CBB trimestralmente oferece às igrejas não pode ser modificado de um momento para o outro, pois cada uma das edições demanda trabalho de quase um ano antes para sua concepção final.

Assim, precisamos estar todos cientes que esta reformulação estará se dando de forma progressiva e gradativa de acordo com planos específicos para cada entidade e suas respectivas edições. Portanto, continuemos todos trabalhando normalmente em nossas igrejas e entidades, certos de que no momento certo as medidas estarão sendo comunicadas e complementadas de forma a não trazer transtornos à nossa jornada educacional, hoje, mais do que centenária.

Almir dos Santos Gonçalves Júnior
Diretor Executivo da JUERP





O discipulado cristão - A missão de todos nós
Nas Epístolas de Pedro


   

A santidade é um mandato

Leitura diária: 1Pedro 1
Leitura da Bíblia em um ano: Salmos 149 e 150 e Provérbios 1

Até agora, além dos textos introdutórios de abordagem inicial ao tema do discipulado cristão, nos detivemos em analisar o desenvolvimento deste ministério cristão por meio da ótica do apóstolo Paulo.

Vimos assim, todas as suas cartas às igrejas na cidade de Roma, a primeira, até a cidade de Tessalônica, a última no cânon bíblico adotado para o Novo Testamento. Das suas cartas pastorais, que também têm diversos ensinos para o discipulado, só vamos nos deter numa delas, a de Tito, no último domingo de nosso trimestre, em razão do encerramento que pretendemos dar a este ciclo de lições. Não abordamos as cartas a Timóteo, nem a Filemom, por considerá-las mais especificamente de conselhos a ministros mesmo, do que a discípulos e discipuladores.

Preferimos assim fazer, para que possamos passar também pelas cartas de duas epístolas chamadas universais, pois, escritas genericamente, sem uma indicação clara de igreja destinária, possuem muitos conselhos a díscipulos e discipuladores, e o que é importante, retirados da experiências de dois dos discípulos que mais se destacaram no discipulado de Cristo: Pedro e João.

Neste primeiro capítulo, verificamos que o apóstolo Pedro, distingue dois aspectos primaciais da vida cristã do discípulo de Cristo: o primeiro, a bênção da salvação obtida pelo crente, o que podemos ler nos versículos de 1 a 12. Já na segunda parte, dos versículos 13 a 25, o apóstolo nos abre os olhos para uma verdade fundamental na vida do discípulo de Cristo, como podemos ler:

"... mas, como é santo aquele que vos chamou,
sede vós também santos em todo o vosso procedimento;
porquanto, está escrito: Sereis santos porque eu sou santo"
(1Pe 1.14-16)

Eis algo que pretendemos aprender e viver. Ser santo não é uma opção para o crente. É uma exigência. Uma ordem. Observem que o verbo está no imperativo. O discípulo de Jesus, aquele que trabalha na seara do Mestre como discipulador, têm por exigência divina, o viver em santidade.

Oração para o dia:

Fala-me, Senhor,
ensinando-me o caminho da vida em santidade. Faze-me trilhá-lo sem fracasso e sempre.